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Reúso de água poderá ser obrigatório em obras federais

 


 

O que às vezes deixamos de notar é que as cidades como um todo se beneficiam dessas práticas. É um ciclo virtuoso. Um exemplo interessante do impacto positivo de iniciativas em maior escala do uso inteligente da água pode-se observar através da diminuição das enchentes em lugares onde há aproveitamento de água de chuva em larga escala. É bem simples: um volume de água grande em pouco tempo de chuva, sobrecarrega o sistema de águas pluviais de uma determinada região, causando enchente. Com sistemas de aproveitamento de água de chuva implementados, seu processo de coleta, filtragem, armazenagem e escoamento do excesso freia a velocidade em que as águas da chuva atingem os sistema pluvial da região, evitando ou amenizando enchentes.

Reúso de água em Obras Federais

O tratamento de esgoto por empresas e condomínios já é contemplado por legislações específicas, a novidade que está tramitando no Senado é a lei que torna obrigatória a implantação de sistemas de reúso direto não potável nas instalações de abastecimento de água e de esgoto sanitário, construídas com recursos da União – (PLS) 753/2015 que altera a Lei 11.445/2007, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico.

A ideia é que o sistema de esgoto da cidade, se desenvolvido usando recursos da União, já incorpore em seu projeto o sistema que permite o reúso de água após tratamento para finalidades diversas como regas de jardim, limpeza de ruas, pátios, etc. Esta água não potável deve ser segregada de acordo com os conceitos de reúso direto, água de reúso, água residuária, reúso direto não potável, água cinza (de ralos e pias) e água negra (de vasos sanitários).

A ideia de uma legislação nesse sentido nasceu da observação dos impactos da crise hídrica de 2015 nas regiões Nordeste e Sudeste do Brasil, o que torna necessária um uso mais racional da água em larga escala nas cidades e essa segregação do esgoto poderá baratear o tratamento e disponibilização da água.

Os impactos positivos em larga escala no tratamento e reúso devem ser considerados cada vez mais nos próximos anos, seja por iniciativa do Estado, como nesse caso, ou por iniciativa privada em grandes obras.


Fonte: Eco Casa